Síntese do seminário, acadêmicos: Gilcássia, Renato, Kelly Ranne, Janaína, Ana Maria e Maria José do 3º ano de Pedagogia para obtenção de nota na disciplina de AEA, ministrada pela professora Leiva.

ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO: DEFICIÊNCIA VISUAL
“Só de pensar no olho, tenho calafrios”.
 Charles Darwin


SÍNTESE
O presente texto discute a inclusão, as características, o desenvolvimento e a aprendizagem de alunos com deficiência visual, apresentando algumas necessidades específicas destes alunos e o uso de recursos para auxiliar na participação escolar. Apresenta também um modo que seja possível utilizar os recursos necessários para uma participação escolar plena. Devido à presença deste estudante que requerem uma acessibilidade diferente tanto para sua locomoção como para sua aprendizagem, estimulam a reflexão sobre os conteúdos, às metodologias realizadas nas unidades de ensino.

Assim é necessário que as escolas adotem práticas pedagógicas que possibilitem às pessoas com deficiência uma aprendizagem significativa e valorosa.

Com início na época do império, o atendimento as pessoas com deficiência no Brasil, teve início em 1854 com a criação do Imperial Instituto dos Meninos cegos, hoje conhecido como Instituto Benjamin Constant – IBC e em 1857 com o Instituto dos Surdos Mudos, atualmente denominado Instituto Nacional da Educação dos Surdos – INES. No século XX é fundado a Pestalozzi, responsável pelo atendimento de pessoas com deficiência mental em 1926 e em 1954 foi criada a primeira associação de Pais e Amigos dos Excepcionais – APAE.

O MEC, no ano de 1973 cria o Centro Nacional de Educação Especial – CENESP, o qual impulsionou as ações educacionais para as pessoas com deficiências.
Em 2007, é lançado o Plano de Desenvolvimento da Educação – PDE, reafirmado pela Agenda Social, a formação de professores para a educação especial, a implantação de salas de recursos multifuncionais, a acessibilidade arquitetônica dos prédios escolares, acesso e a permanência das pessoas com deficiência na educação superior e o monitoramento do acesso à escola dos favorecidos pelo Beneficio de Prestação Continuada - BPC. (BRASIL, 2007, p.15)

Caracterizando a deficiência Visual podemos destacar dois aspectos: Cegueira legal e do ponto de vista educacional

Do ponto de vista legal 

A definição de cegueira legal de acordo com a OMS é acuidade visual igual no melhor dos olhos for  ≤ 20/200, isto é se puder ver a 20 pés (6 m), o que uma pessoa de visão normal pode ver a 200 pés (60 m) na melhor correção óptica.

Do ponto de vista educacional

Barraga (1983) define pessoas cegas àquelas que apresentam ausência total de visão, até perda da projeção de luz; e pessoas com baixa visão - apresentam resíduo visual suficiente para que permita ler textos impressos a tinta, desde que utilizados recursos didáticos e equipamentos especiais.

CAMPO VISUAL – é toda informação visual recebida simultaneamente (180º).

ACUIDADE VISUAL – capacidade de distinguir claramente os mínimos detalhes. Simplificando mais, seria o nível de “nitidez” com que o olho consegue enxergar.

A tabela de Snellen, também conhecida como optótico de Snellen ou escala optométrica de Snellen, é um diagrama utilizado para avaliar a acuidade visual de uma pessoa.


Assim para as pessoas com baixa visão são indicados recursos ópticos e não ópticos:
Recursos ou auxílios ópticos são lentes de uso especial ou dispositivos, geralmente de alto poder com objetivo de magnificar a imagem da retina.
Recursos ou auxílios não ópticos são aqueles que melhoram o desempenho sem a utilização de lentes; como impressos (livros e revistas) e materiais (caneta, baralho, teclado de computador) ampliados de alto contraste. Iluminação adequada, escrita em Braille, lentes filtrantes, chapéu e viseira também são considerados recursos não ópticos.

CONSTRUINDO A AUTONOMIA
É denominado como atividades de vida diária- ADV, um conjunto de atividades que visam o desenvolvimento pessoal e social nos múltiplosafazeres do cotidiano, tendo em vista a independência, autonomia e a convivência social do educando com deficiência visual.
Saber comer, realizar e manter a sua higiene corporal, e prenda a pentear-se, cuidar de objetos, dentre outras habilidades, é necessário para que o indivíduo com deficiência visual possa adquirir confiança e para isto, é imprescindível que haja uma orientação que estabelecerá mobilidade para aprendizagem e aplicação em vivências contextualizadas, colaborando, consequentemente, para sua real integração na sociedade.

O ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO AS SALAS DE AEE

O que é o atendimento educacional especializado (AEE)? O atendimento educacional especializado (AEE) é um serviço da educação especial que identifica, elabora, e organiza recursos pedagógicos e de acessibilidade, que eliminem as barreiras para a plena participação dos alunos, considerando suas necessidades específicas" (SEESP/MEC, 2008).

O que são salas de AEE ou Salas de Recursos Multifuncionais - SRMF? São espaços físicos localizados nas escolas públicas onde se realiza o Atendimento Educacional Especializado - AEE. As SRMF possuem mobiliário, materiais didáticos e pedagógicos, recursos de acessibilidade e equipamentos específicos para o atendimento dos alunos que são público alvo da Educação Especial e que necessitam do AEE no contra turno escolar.
O ensino oferecido no atendimento educacional especializado é necessariamente diferente do ensino escolar e não pode caracterizar-se como um espaço de reforço escolar ou complementação das atividades escolares. São exemplos práticos de atendimento educacional especializado: o ensino do código BRAILLE, a introdução e formação do aluno na utilização de recursos de tecnologia assistiva.

O que é tecnologia assistiva e que relação ela tem com a Sala de Recursos Multifuncional? A tecnologia assistiva é um recurso ou uma estratégia utilizada para ampliar  ou possibilitar a execução de uma atividade necessária e pretendida por uma pessoa com deficiência. São exemplos de tecnologia assistiva na escola os materiais escolares e pedagógicos acessíveis como a comunicação alternativa; Os recursos de acessibilidade ao computador, Os recursos para mobilidade, localização, a sinalização, o mobiliário que atenda às necessidades posturais, entre outros.
Com relação ao papel do educador de salas de AEE. O mesmo deve atura de forma conjunta e colaborativa com o professor de classe comum, para a definição de estratégias pedagógicas que favoreça o acesso do aluno ao currículo, promovendo ou ampliando suas possibilidades de participação e atuação nas atividades, nas relações, na comunicação e nos espaços da escola.


Materiais da sala de AEE: Recursos não-ópticos

 São materiais de recursos não-ópticos, lápis 6B e canetas ponta porosa preta, caderno de pauta ampliada; Prancha de apoio entre outros; Para que o ambiente dos deficientes visuais sejam completo é necessário que o professor colete  informações por meio dos sentidos( audição,tato,paladar e olfato) de cada aluno atendido.
O Ministério da Educação montou só no ano passado 4.500 salas com recursos multifuncionais em escolas públicas de todo o Brasil. São espaços preparados para garantir a inclusão de alunos com necessidades especiais, contendo computadores com programas de leitura para deficientes visuais, impressoras em Braille, livros com fontes maiores e outros equipamentos. A nova política de educação inclusiva estabelece que os alunos com necessidades educacionais especiais freqüentem o ensino regular e, no contra-turno, recebam atendimento diferenciado.
Deficiência Visual:
É a perda total ou parcial da visão, seja a congênita ou a adquirida. De acordo com a condição visual, as pessoas com deficiência visual podem ser cegas ou ter baixa visão / ou visão subnormal.
A visão subnormal é quando a capacidade de visão do melhor olho não passa de 30% em relação ao que se considera normal, mesmo com tratamento pertinente ou uso de óculos.
As tecnologias assitivas é um termo para se referir a qualquer produto, serviço ou sistema, comprado, modificado ou customizado, que aumente, mantenha ou melhore a as habilidades funcionais de uma pessoa com deficiência.
O que é Dos Vox? É um sistema para microcomputadores da linha PC que se comunica com o usuário através de síntese de voz, via laicizando, deste modo, o uso de computadores por deficientes visuais, que adquirem assim, um alto nível de independência no estudo e no trabalho.
Em que consiste o Dos Vox
Sistema operacional que contem os elementos de interface com o usuário;
Sistema de síntese de fala;
Editor, leitor e impressor, formatador de textos;
Impressor, formatador para lararle;
Ampliador de telas para pessoas com visão reduzida;
Programas sonoros para acesso à internet, como correio eletrônico, acesso a homepages, telnet e FTP. 
O Dos Vox vem sendo aperfeiçoado a cada nova versão. Hoje ele possui mais de 80 programas.
Reglete, Função Sorobã, Dos Vox.
Reglete é como se fosse uma prancheta usada para pesquisas, mas nelas tem um encaixe usado para prender uma chapa com furos/ celas/ elas são usados para fazer furos com pulsão e gravar as letras em brarle.




Referências Bibliográficas:

Apostila e Site http://www.sme.pmmc.com.br/site2011/index.php?option=com_wrapper&view=wrapper&Itemid=24#.UbTItaBH5GE


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ATENDIMENTO EDUCACIONAL      ESPECIALIZADO NUMA PERPECTIVA inclusiva- Transtornos globais/invasivos do desenvolvimento .


COMPONENTES DO GRUPO:

Ò  FERNANDA  DE   OLIVEIRA LIMA

Ò  MÔNICA DA COSTA  SILVA

Ò  JAKELINY  ALVES DE OLIVEIRA

Ò  UELDER GONÇALVES TORRES

Ò  LUIZ GUSTAVO LIMA

Ò  FABIO RODRIGUÊS

 

       Transtorno autista;

       Transtorno de asperger;

       Transtornos de rett;

       Transtorno desintegrativo da infância

       Transtornos invasivos do desenvolvimento sem outra especificação;

       Aprendizagem e educação da pessoas com transtornos globais/invasivos do desenvolvimento;

       Dicas e sugestões para o trabalho pedagógico com pessoas com TGD;

TRANSTORNO AUTISTA

O que é autismo?

É uma disfunção global do desenvolvimento. É uma alteração que afeta a capacidade de comunicação do indivíduo, de socialização e de comportamento.

 

a)      Desvios qualitativos de comunicação

Dificuldade em utilizar com sentido todos os aspectos da comunicação verbal e não verbal. Isto inclui gestos, expressões faciais, linguagem corporal, ritmo e modulação na linguagem verbal. É comum que crianças com autismo e repitam frases ouvidas anteriormente e de forma perfeitamente adequada ao contexto, embora, geralmente nestes casos, o tom de voz soe estranho e pedante ( ecolalia imediata).

b)      Desvios qualitativos na socialização

Significa a dificuldade em relacionar-se com os outros, a incapacidade de compartilhar sentimentos, gostos e emoções e a dificuldade na discriminação entre diferentes pessoas.

c)       Desvios qualitativos na capacidade imaginativa e criatividade

Esta dificuldade pode ser percebida por uma forma de brincar desprovida de criatividade e pela exploração peculiar de objetos e brinquedos. Uma criança que tem autismo pode passar horas a fio explorando a textura de um brinquedo

 

Transtorno de Asperger

Entendendo a síndrome de Asperger:

Crianças com dificuldade de sociabilização, linguagem rebuscada para a idade(atraso na fala), atos motores repetitivos (tiques) e interesses muito intensos e limitados apenas por um ou poucos assuntos podem ser portadoras da síndrome de Asperger, transtorno do desenvolvimento que afeta principalmente indivíduos do sexo masculino. Suas causas são desconhecidas, mas, como se trata de um distúrbio congênito, há estudos em andamento que procuram estabelecer a relação com alguma desordem genética.

Diagnóstico

Ò  Os sinais e sintomas da síndrome de Asperger podem aparecer nos primeiros anos de vida da criança, mas raramente são valorizados pelos pais como algo negativo, especialmente se as manifestações forem leves

Ò   A grande maioria dos diagnósticos da síndrome de Asperger é feita a partir da fase escolar, quando a dificuldade de socialização, considerada a característica mais significativa do distúrbio, manifesta-se com maior intensidade, juntamente com o desinteresse por tudo que não se relacione com a atenção.

Ò  "O que efetivamente chama a atenção dos pais são os sintomas associados ao isolamento social, inadequação de comportamentos ou manifestações de ansiedade, depressão ou irritabilidade.

Ò  os primeiros relatos sobre os problemas observados são feitos ao pediatra, que poderá encaminhar a criança aos médicos especialistas para uma avaliação mais profunda e detalhada.

Ò   Não existem exames laboratoriais ou de imagem destinados à confirmação do diagnóstico. O principal instrumento para essa finalidade são os testes aplicados por neuropsicólogos, que por meio de tarefas propostas à criança observam e avaliam aspectos cognitivos e comportamentais, como memória, atenção e habilidades sociais.

Ò  Quem tem Asperger e chega à vida adulta sem diagnóstico ou tratamento adequados pode enfrentar sérias dificuldades de relacionamento na vida pessoal, escolar e profissional. "Além disso, trata-se de um risco para o desenvolvimento de outros problemas, como o transtorno bipolar. Portanto, quanto mais precoces e precisos forem o diagnóstico e o tratamento, maiores serão as chances de a criança com Asperger desenvolver comportamentos mais saudáveis, tornando-se mais sociáveis, flexíveis e independentes.

Tratamento

Ò  São envolvidos médicos, neuropsicólogos, psicopedagogos e fonoaudiólogos,

Ò  Deve ser feita a longo prazo, já que se trata de um distúrbio crônico

Ò  São utilizados medicamentos apenas para tratar sintomas decorrentes dessas manifestações, como ansiedade, depressão e irritabilidade.

 

O que é AUTISMO?

PARA DIAGNOSTICO  DE TRASTORNO AUTISTA

¢ MARCANTE LESÃO NA INTERAÇÃO SOCIAL,MANIFESTADA POR PELO MENOS DOIS DOS SEGUINTES ITENS:

¢ A.        DESTAVADA DIMINUIÇAO NO USO DE COMPORTAMENOS NÃO-VERBAIS MULTIPLOS,TAIS COMO CONTATO OCULAR,EXPRESSAO FACIAL,POSTURA CORPORAL E GESTOS PARA LIDAR COM A INTERAÇAO SOCIAL.

¢ B.        DIFICULDADE EM DESENVOLVER RELAÇOES DE COMPANHEIRISMO APROPRIADAS PARA O NIVEL DE COMPORTAMENTO.

¢ C.        FALTA DE PROCURA ESPONTENEA EM DIVIDIR SATISFAÇOES,INTERESSES OU REALIZAÇOES COM OUTRAS PESSOAS,POR EXEMPLO: DIFICULDADES EM MOSTRAR,TRAZER OU APONTAR OBJETOS DE INTERESSE.

¢ D.       AUSENCIA DE RECIPROCIDADE SOCIAL OU EMOCIONAL.

MARCANTE LESÃO NA COMUNICAÇÃO, MANIFESTADA POR PELO MENOS UM DOS SEGUINTES ITENS:

¢ Atraso ou ausência total de desenvolvimento da linguagem oral, sem ocorrência de tentativas de compensação através de modos  alternativos de comunicaçao,tais como gestos ou mimicas.

¢ B. em indivíduos com fala normal, destacada diminuição da habilidade de iniciar ou manter uma conversa com outras pessoas.

¢ C. ausência de ações variadas, espontâneas e imaginarias ou ações de imitação social apropriadas para o nível de desenvolvimento.

Padrões restritos, repetitivos e estereotipados de comportamento, interesses e atividades, manifestados por pelo menos um dos seguintes itens:

¢ A. obsessão por um ou mais padrões estereotipados e restritos de interesse que seja anormal tanto em intensidade quanto em foco.

¢ B. fidelidade aparentemente  inflexível a rotinas ou rituais não funcionais específicos.

¢ C. hábitos motores estereotipados e repetitivos, por exemplo: agitação ou torção nas mãos ou dedos, ou movimentos corporais complexos.

D. obsessão por partes de objetos

Atraso ou funcionamento anormal em pelo menos uma das seguintes áreas, com inicio antes dos 3 anos de idade:

   1. interação social.

¢ 2. linguagem usada na comunicação social.

¢ 3. ação simbólica ou imaginaria.

Transtorno desintegrativo da infância (TDI) ou síndrome de Heller

  Transtorno invasivo do desenvolvimento (TID) Sem outra especificação (SOE)


Aprendizagem e educação da pessoa com transtorno global/ invasivo do desenvolvimento (TGD)

As necessidades  envolvidas incluem dificuldades organizacionais, distração, falta de habilidades em generalizar, abstrair e conceituar.

A Rotina de trabalho, A distração, A sequenciacão , Sistema de comunicação alternativa/ suplementar (CAS).

DSM PARA DIAGNOSTICO DE TRANSTORNO AUTISTA

Atraso ou funcionamento anormal:

      Interação social

      Linguagem usada na comunicação social

      Ação simbólica ou imaginaria

RECURSOS DIDATICO-PEDAGOGICOS

Material Concreto

Programação possível, com cronograma das atividades- rotina diária.

Jogos

Leitura de historias

Atividade extra classe

Entrevista com os pais

Sistema de prancha de comunicação

Portfólio e memorial

Livros, revistas, vídeos e filme

Comunicação suplementar

Anuncio de revistas

Letras de musica

Poemas

Historias em quadrinhos

Produção de texto livre

Criações artísticas

Pintura

Modelagem

Colagem

Esculturas

Materiais gráficos e plásticos

Catálogos

Desenhos animados

Fotografias

Pesquisas

Atividade de leitura e escrita

Cartões com imagem

Livros de literatura infantil

Painéis e murais

Blocos lógicos

Alfabeto móvel

Mobiliário adequado

Miniaturas

Sistemas tecnológicos computadorizados

Hardwares

Softwares

Sistema de comunicação  por troca de figuras PECS

Método teacch

Projeto variados escolhidos pelos alunos

Textos diversos na língua escrita

Recurso de comunicação oral

Desenhos, figuras e gravuras

Registro escrito pelo alunos

Dicas e sugestões para o trabalho pedagógico com pessoas com TGD

Ø Ambiente  educacional estruturado.

Ø Desenvolvimento adequado conforme faixa etárias.

Ø Temas trabalhados significadamente, com utilidade para vida prática.

Ø Promover a autonomia por meio do desenvolvimento de habilidades.

Ø O aprendizado deve partir de objetos concretos

Ø Modelos simbólicos e representacionais

Ø Valorização do empenho cognitivo

Ø Relembrar conteúdos  antigos fazendo correlação com os novos

Ø Adaptar atividades com áreas de interesse dos educandos

Ø Calma e previsibilidade

Ø Colaboração de outros profissionais

DÉFICTS ATENTIVOS
          Não olha quando apontamos para algo.
          Inspecção visual curta com varredura pouco ocorrente e pobre.
          Atenção multifocal com muita inabilidade em restringir-se ao foco contextual relevante.
          Interrupções súbitas de atos e condutas iniciadas ou em trabalho.
          Interesses auditivos e/ou visuais circunscritos, fásicos, alternados ou aleatórios.
DEFICTS E CARACTERÍSTICAS INTERATIVAS E
COMUNICATIVAS
          Isolamento social.
          Pode haver rejeição do seio materno com boa aceitação da mamadeira.
          Não estendem os braços para serem pegos no colo quando bebês.
          Pouco interesse em assentar-se e olhar para o meio ambiente, mesmo quando há capacidade motora para tal.
          Não mostram coisas ou compartilham situações prazerosas com os pais.
          Não usam gestos comunicativos ou indicativos convencionais (thau, mandar beijos, etc).
          Se houver as funções comunicativas sociais e de atenção conjunta, apresentam-se muito sutilmente, sem caráter simbólico (sorriso, olhar som súbito, atos manipulativos).
          Expressão facial pobre (amorfia facial).
          Produções averbais e/ou verbais de caráter auto-estimulatório.
          Grande ocorrência de mutismo.
          Fala preenchida por escolalias ou resumida a palavras isoladas com função solicitativa.
          Estrutura frasal pobre com presença de inversão pronominal.
          Alterações entonativas na emissão verbal.
DÉFICITS COMPREENSIVOS
          Incompreensão de regras sociais.
          Não demonstra entender gestos sociais convencionais.
          Não cumpre ordens auditivas puras e, às vezes, nem com a presença do apoio indicativo gestual.
          Compreensão através de termos isolados do enunciado de entrada com desprezo dos termos sintáticos.
          Não diferencia contextos afetivos-emocionais dos enunciados.
          Não amplia o significado das palavras que ouve.
DEFICTS COGNITIVOS
          Tende a uma atuação prática sobre os objetos, monótonas e repetitivas, sem caráter funcional.
          Não demonstra nem mesmo condutas simbólicas simples.
          Não imita.
          Tendência a condutas auto-estimulatórias.
          Resistem a aprendizagem.
DÉFICTS PERCEPTIVOS
          Muitos não decodificam material pictórico bidimensional.
          Dificuldade em associar o material concreto com o seu correspondente bidimensional.
          Hiper ou hiporreatividade a sons.
          Não olha, quando é chamado pelo nome.
          Preferência por receber inputs táteis, somestésicos e proprioceptivos.
         
DÉFICTS COMPORTAMENTAIS GERAIS
          Resistência a mudança (rotas, disposição de moveis, etc).
          Tendência a apegos (objetos).
          Rituais estereotipados e interesses circunscritos (balança o corpo involuntariamente).
          Ausência de noção de perigo.
          Medos, risos e choros imotivados
Auto e heteroagressão
          Movimentos estereotipados
Condutas apragmáticas

 

 

 

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